domingo, 15 de novembro de 2009

Ainda mais de NINE!


Gente! A cada dia mais taquicardia! rs

Vazaram quatro faixas do cd com a trilha sonora de NINE (cd este que só vai sair no dia 22 de dezembro). Baixe-as clicando no nome da música!

Be Italian (Stacy Ferguson, a Fergie dos BlackEyed Peas)

Cinema Italiano (Kate Hudson)

Take it All (Marion Cotillard)

Unusual Way (Griffith Frank - essa música no filme é cantada pela Nicole Kidman - esta é uma faixa bônus do cd)

Estou enlouquecendo com as músicas! Be Italian é legal ... mas já está meio batida. É o tipo de música que agora só vai impressionar no cinema mesmo!
Agora ... Cinema Italiano não sai da minha cabeça! Kate Hudson está dando show!
Take it All acaba com a minha vida. O que é Marion Cotillard???
E Unusual Way está linda na voz desse cantor. Mas isso só faz minha angústia por ouvir Nicole Kidman aumentar!
Enfim ... CHEGA LOGO 15 DE JANEIRO!

sábado, 14 de novembro de 2009

Mais de NINE

Gente ... a cada dia que passa eu fico mais louco!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Agora temos dois pedacinhos do filme! As canções "Cinema Italiano" (composta especialmente para o filme) e "A Call from Vatican".



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Como são belas as mulheres pegando chuva

Como são belas as mulheres pegando chuva!
Os cabelos molhados fazem cascatas descerem os seus ombros;
a água corre o colo e os seios, pela arrogância da juventude,
emergem na blusa que, colada no corpo,
faz aparente as curvas do teu corpo.
A calça, pesada, encharcada da chuva,
faz teus passos, antes leves,
parecerem uma marcha - mas
sem nunca perder a ternura.
É claro! És mulher mesmo debaixo de chuva, vendaval,
inundação ou maremoto.
Se a maquiagem é à prova d'água
nada impede a mulher de sair à rua,
debaixo da chuva e mostrar-se bela,
arrogante na sua juventude,
imponente nos seios molhados e aparentes,
bela, úmida e irresistível.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Tudo Pode Dar Certo


Acabei de assistir ao novo filme de Woody Allen! Tudo Pode Dar Certo (Whatever Works, no original, EUA-2009) pode ser considerado um retorno. Um retorno a Nova York, um retorno às neuras e hipocondrices, um retorno ao humor rápido e ácido que só Woody sabe fazer e mesclar toda essa sua insanidade deliciosa com pensamentos profundos e citações filosóficas. Logo de cara, Boris Yellnikoff (Larry David, maravilhoso na persona Woodynesca) já esbanja seu jeito de ser e de pensar e revela a característica narrativa do filme: um bate-papo direto entre o personagem central e o público do cinema. Seria este mais um retorno? Uma auto-citação por A Rosa Púrpura do Cairo?

No desenrolar da história, vemos Boris conhecer Melody (Evan Rachel Wood): uma sulista que chega a Nova York em busca de uma nova vida. Os dois iniciam uma relação que o próprio Boris jamais poderia prever. A chegada inesperada de Marietta (Patricia Clarkson, adoravelmente perfeita no papel), mãe de Melody, faz a vida de todos irem mudando aos poucos (inclusive a dela mesma).

Um filme que nos leva pelas voltas que a vida dá, seja pela sorte ou acaso, seja pelas decisões tomadas e suas consequências, este novo trabalho de Woody Allen é um brinde à mudança, mesmo que você nunca deixe de ser o mesmo. Um espelho (talvez) do próprio Woody: que muda sempre (o camaleão de Zelig) a cada filme (vide seus últimos trabalhos) mas não deixa de ser o neurótico mais genial que o cinema encontrou.


Só pra citar a trilha sonora (como sempre maravilhosa), o filme abre com Grouxo Marx (presença constante no filmes de Woody Allen) e tem ainda uma música que também está presente na trilha de A Era do Rádio (Radio Days).

domingo, 8 de novembro de 2009

Ser

Será que este é mesmo o teu nome
ou será um hino,
um mantra ou
um canto de despetar feras
e adormecer deuses?

Será que este é mesmo o teu corpo
ou será um templo,
um esconderijo ou
uma morada para seres mágicos
e criaturas desconhecidas?

Serei eu mesmo o teu escolhido
ou serei um jogo,
um brinquedo ou
mais um, descartável na tua coleção de amores?

Seríamos nós felizes
ou somos apenas uma ilusão,
uma fantasia ou
uma espeança de eternidade
no efêmero calor da paixão?

Será?
Seria?
Seremos?
Porque não apenas sejamos?

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Allan Stewart Königsberg



Imperdível, não é? O CCBB - RJ faz uma mostra especialíssima com títulos de rara disponibilidade em nosso país. É o cinema único de Woody Allen. Serão filmes do cineasta mas a mostra contará também com películas em que ele participou apenas como ator como "Testa de Ferro por Acaso".

A programação você confere no seguinte site: http://www.woodyallen.com.br/.

Veja abaixo Woody cantando em seu filme "Todos dizem 'Eu te Amo'":


Mais do Mr. Allen! Uma homenagem aos seus filmes dos anos 70':


Agora VAI SE ARRUMAR E VAMOS LOGO PRO CCBB!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amor de primavera

Nos conhecemos em setembro.
Outubro passou - um mês desses em que não vemos.
Mais um mês ... Te reencontro em novembro.
Então chega dezembro e você vai me esquecendo.
Parece que já não lembro
o porque da paixão.
Quando janeiro vem, já não mais
nos reconhecemos.
Não faz mal,
é o nosso amor de primavera ...
agora, só no próximo
setembro.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Selo

Ganhei o meu primeiro selo!!! Mas, tenho regras a seguir: devo indicar mais cinco blogs a tal prestígio para me fazer digno de tal condecoração.
Então aqui vão os meus indicados, e queridos blogs:

Careta VC

Espero que vocês gostem assim como eu gostei!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Por aquilo que não vejo

Não é pela cor dos teus olhos,
ou pelo toque dos teus lábios,
ou por tuas pernas, seios
ou ombros.

Eu te amo por aquilo que não vejo,
por aquilo que não posso tocar com as mãos,
mas que me esbarra a alma.

Talvez sejamos parecidos,
talvez sejamos estranhos.
Quem poderia prever que nossas vidas se uniriam?
Mas, bastou o encontro de nossas almas,
esse leve esbarrão,
e nossos olhos também se esbarraram,
nossas mãos também se esbarraram
e enfim nossos lábios também se esbarraram.

Assim,
ainda não posso dizer que te conheço profundamente,
descrever-te seria trabalho mal-feito,
mas se quiser fazer perguntas
faça à minha alma
e ela te dirá dos teus olhos, dos teus ombros
e seios
e dirá mais ainda sobre a tua alma
e sobre a minha;
elas que se esbarram antes de nós,
na via movimentada e turbulenta das nossas existências,
se conhecem melhor do que qualquer casal longevo,
melhor do que nós mesmos,
e se amaram antes de qualquer futuro.
Parei no presente perpétuo do encontro de nossas almas:
esbarrão de leve,
fusão profunda.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Meu menino e meu bonde

Menino!
Subiu no bonde, veja,
e nem sabe pra onde vai ...
Esse menino moleque
que corre na minha rua,
joga bola e pião,
corre na minha rua atrás de pipa
e de balão, mas
quando some na esquina da minha rua
não sei mais pra onde vai,
não.

Esse menino sobe no bonde
e viaja o bairro como se fosse o mundo.
De cada casa ele faz um novo país.
De seus moradores, ele faz estrangeiros.
Por isso o menino sonha no bonde que é poliglota.

Desça do bonde menino!
Mas, desça só quando ele parar.
E então me leve menino
neste bonde,
não sei pra onde,
mas me leve.
Quero fazer meus próprios mundos,
quero sumir nas esquinas
como faz você menino
quando corre na minha rua.

Onde é a estação do bonde,
menino?
De onde ele vem e pra onde ele vai?
Quero fugir do meu mundo,
menino, mas não sei ...
cadê o bonde?
Cadê você, menino?
Veja ...
pulou do bonde correndo,
e continua correndo pela minha rua
sumindo na esquina
como somem os meus sonhos e os meus mundos.
Meu bonde passou.
Será que ainda posso correr atrás do
bonde do meu destino qual não vi?
Não sou mais menino, mas ...
Ouço o sino ao longe.
É o meu bonde!
Cadê esse menino?
Veja ...
lá volta ele correndo minha rua acima
com a pipa na mão.
É tão belo o menino cheio de sonhos e sujo de terra.

Veja ...
Admirei o menino e perdi minha condução ...
Então ... vou sumir na esquina da minha rua
e só volto de bonde,
correndo saltarei em minha rua,
não com pipas,
mas com sonhos nas mãos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Glee - uma nova paixão


Há algum tempo eu via a palavra Glee nos TT do Twitter. Não fazia ideia do que isso queria dizer ... Mas, agora:


Agora eu só quero saber de Glee! Estou baixando os episódios aqui - e estou super-ansioso porque o próximo só chega dia 11/11 ... Enquanto isso vou divulgando para quem ainda não conhece essa nova maravilha musical!


Em Lima, Ohio, em uma escola ginasial, o professor de Espanhol decide revitalizar o coral do colégio. Porém, os únicos integrantes são os losers: o gay, a negra, a latina, o cadeirante, ... Mas são os losers mais talentosos que você já viu!


Não perca! Se puder, acompanhe esse seriado super jovem e divertido. Uma dramédia musical imperdível!


domingo, 25 de outubro de 2009

Leve

Leve
Tão leve que não me sinto tocar o chão
Tão leve que não percebo a importância da ocasião
Não me leve a mal, mas leve em consideração
Releve os meus erros e revele os seus
Ficarei tão mais leve em saber
que és como eu:
leve que nem consegues tocar o chão.
Leve que nem vi
quando tocaste de leve o meu coração.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Nine

O filme só estréia no dia 15 de janeiro de 2010 ...Os fãs estão loucos!!!!!!!!!
Qual não é a nossa histeria quando vídeos como esse saem para o nosso deleite e desespero!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Aqueça-me nesta noite

Silenciosamente adentras o meu quarto.
Veio sorrateira, devagar e leve.
Deitou ao meu lado e acompanhou-me nos sonhos.
Dormimos bem, não foi? Que sono bom!
Ah, pra que cobertores se tenho a ti dormindo ao meu lado?
Não sei de onde vem esse teu calor que me priva de lãs e moletons.
Teu corpo me esquenta de tal forma que não há gelo que permaneça gelo perto de nós.
Sou feliz por tê-la
comigo.

Silenciosamente deixas o meu quarto.
Saiu sorrateira, devagar e leve.
Levou consigo a paz do meu dormir.
Dormiu bem, foi? Eu não.
Ah, pra que cobertores se meu coração congelou e não há mais o que se fazer.
Não sei porque fui tão, mas tão tolo para acreditar que a chama não se apagaria.
Teu corpo me esquentava e o gelo derretido fez-se rio que desagua meus sonhos no mar.
Queria tanto tê-la
de volta.

Silenciosamente voltas ao meu quarto.
Retornou sorrateira, devagar e leve.
Se dormi bem? Foi ... Dormi.
Não consegui dizer-lhe a verdade.
Para que dizer que meu coração fez-se gelo se agora o mesmo ardia em brasas?
Ah, pra que cobertores se tenho o teu corpo para sentir-me vivo?
Não sei porque fui tão, mas tão tolo para duvidar do seu retorno.
Onde fora? Já não me importava.
Prefiro acreditar que ela tenha ido buscar mais combustível.
Meu amor é inflamável e preciso das cicatrizes.
Queria tanto tê-la
agora.

E eu a tenho.
Silenciosamente, dentro de mim.

domingo, 11 de outubro de 2009

Pensamentos atípicos

Maria Fernanda só sabia chorar. Desde que Cláudio foi embora é que Maria Fernanda nada mais faz. Pobre coitada ...
Nunca foram felizes, é verdade, mas parecia certo estarem juntos. Tanto que ninguém imaginara o fim do relacionamento. Será que ninguém mesmo? Pelo menos, assim pensava Maria Fernanda.
Foi depois da noite de terça-feira - uma noite atípica é verdade: Cláudio chegou do trabalho, beijou-a, trocou de roupa e esperou o jantar. Comeram uma lasanha que a própria Maria Fernanda fez e tomaram um vinho tinto que eles ganharam de um vizinho. Uma noite bem agradável. Mas o atípico estava por vir: Maria Fernanda era quem chamava Cláudio para a cama (mas não para dormir, sabe ...); porém, nesta atípica noite, Cláudio tomou a taça das mãos de Maria Fernanda, tomou o vinho que ali restava e a tomou nos braços. Ela o olhava com susto e paixão e foi talvez a noite de melhor sexo que já tiveram. Pelo menos, assim pensava Maria Fernanda.
E, agora sim, vem o atípico da fatídica noite: depois dos gritos e sussurros, Cláudio levantou-se, vestiu sua roupa, tirou uma mala debaixo da cama, virou-se para Maria Fernando e deu-a um beijo na testa para enfim dar adeus.
Já se passaram 15 dias e Maria Fernanda ainda não lavou as taças de vinho daquela atípica noite. Ainda ontem ela comia a sobra da lasanha que restava na geladeira. Depois de tanto tempo juntos ela já se acostumara com a companhia daquele homem. Sua falta doía. Sua barriga doía. Maria Fernanda juntou forças, tomou um banho demorado e desceu até a farmárcia do outro lado da rua. Procurou um antiemético e assim que terminou de pagar correu para a porta da farmácia e vomitou aquela lasanha de saudades à bolonhesa. Maria Fernanda levantou a cabeça, limpou a boca na manga do casaco e levou a mão ao ventre. A dor agora subira à consciência. Voltou à farmácia, comprou o teste e correu para casa. No seu banheiro, urinou sobre a fita e mudança da cor era também a de sua vida.
Não havia dúvidas. Ali estava ela, perplexa diante de um novo mundo: a maternidade.
Estou grávida de Cláudio. Pelo menos, assim pensava Maria Fernanda.