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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Feliz aniversário, Woody Allen

Ah, o que será de mim sem Woody Allen. Meu velhinho favorito, por favor, viva bastante ainda!
Feliz aniversário, meu querido.

domingo, 13 de novembro de 2011

Judy - O Fim do Arco-íris


Para mim, assistir um espetáculo com o selo Möeller e Botelho é garantia de que coisa boa vem pela frente. A qualidade do trabalho dessa dupla e sua equipe é de levantar o chapéu. Mas, eles nunca caem no fácil. A cada novo projeto eles mostram que estão prontos para a ousadia. Eu me pegava pensando: Avenida Q e seu politicamente incorreto vai assustar o público?; Gypsy, com referências tão americanas vai dar certo aqui?; José Mayer para o protagonista de Um Violinista no Telhado? E no fim cada peça era um sucesso maior que o outro.

Quando eles anunciaram a montagem de Judy - O Fim do Arco-íris no Brasil eu fiquei em polvorosa! Pesquisei e vi cenas da montagem em Londres. A atriz dava um show de performance. Que desafio de fazer um espetáculo digno de Miss Garland. E ainda tem o público que não a conhece ou reconhece a figura mas não conhece a história de vida dela.

Não faz mal. Peter Quilter escreveu uma peça bem amarrada, com personagens firmes no enredo e diálogos primorosos. As cenas de Judy são um turbilhão de emoções.


Igor Rickli faz Mickey Deans e defende o seu personagem enquanto muitos na plateia queriam vê-lo o mais longe possível de Judy. Ele nos tira de nosso lugar de julgadores e traz a dúvida. Talvez ele tenha feito por amor?

Gracindo Júnior foi a grande surpresa da noite. Não que seu talento e capacidade estivessem em questionamento. Mas não imaginei que num palco onde Judy Garland estivesse outro personagem poderia brilhar. O seu Anthony é lindo! A luz e a cor que a vida de Judy tanto precisava. O amor incondicional dos seus fãs estava ali naqueles gestos gentis, olhar sincero e taça de vinho tinto.

Claudia Netto. Seu nome deveria bastar. Escrever sobre a sua performance é difícil. Se usarmos todos os adjetivos que denominem a perfeição, ainda não seremos dignos de classificar o seu trabalho. Que entrega! Se jogar nessa cova dos leões é para quem pode. Interpretar Judy Garland não é tarefa fácil. E ela faz isso com uma força única. Seu corpo e sua voz desenham Dorothy, a Vicky Lester, a Hannah Brown, a Manuela ... a Frances Ethel Gumm. E sua redenção na canção final é a certeza de que estamos em frente a uma estrela (representada e representadora).

Charles Möeller e Claudio Botelho. Será que ainda há o que dizer sobre o que vocês fazem sobre um palco? Muito obrigado. É sempre um arrebatamento assistir ao que vocês fazem. E esse agradecimento vai também para toda a equipe de vocês. Cenógrafos, figurinistas, técnicos e aos músicos! Sempre de primeira qualidade e essenciais para o gênero.

E ficam os meus emocionado relato e fervorosa indicação. Siga a estrada de tijolos amarelos e corra para o Teatro Fashion Mall. Judy - O Fim do Arco-íris está em cartaz quinta às 18h – R$ 80,00 sexta às 21h30 – R$ 80,00 sábado às 21h, domingo às 20h – R$ 100,00 Temporada: 11 novembro de 2011 a 12 de fevereiro de 2012 Teatro Fashion Mall (21) 2422-9800/3322-2495, terça a domingo, das 15h às 20h.

domingo, 15 de maio de 2011

Para inspirar ...

Agora que estou fazendo curso de sapateado só quero saber disso!!!

Este vídeo é do ensaio aberto que houve para a imprensa nova-iorquina do revival na Broadway do musical Anything Goes, de Cole Porter.

Estrelando a estupenda Sutton Foster, o elenco conta ainda com a participação de Joel Grey.

sexta-feira, 18 de março de 2011

#Dia 18 - 25 Songs, 25 Days

Amo Gilberto Gil, mas raramente o ouço. Um crime, não? Esse jogo veio em boa hora. Fiquemos com Gil:

quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

#Dia 16 - 25 Songs, 25 Days

Quando assisti Notre Dame de Paris pela primeira vez tive uma explosão de emoções. A beleza desta obra é ímpar, das melodias às interpretações às coreografias, enfim, tudo. E a cena final é lindamente triste. E já chorei algumas vezes assistindo-a. Mas posto esse vídeo em homenagem às primeiras lágrimas, inesperadas, vindas da surpresa e do contentamento de estar diante de uma coisa tão especial.

terça-feira, 15 de março de 2011

#Dia 15 - 25 Songs, 25 Days

Eu realmente amo singing along ... Escolher uma tá difícil ...

Mas, se temos que escolher ... Se não tem jeito ... Bem, apesar de amar o Sondheim, as músicas que eu mais gosto de sing along são as de Kander & Ebb. Cabaret, Chicago ... não importa ... eu simplesmente amo aquele clima.

E dentre todas, hoje vou optar por Two Ladies. Ainda aprendo a cantar e vou fazer o M.C. no palco! Aguarde e confie!

segunda-feira, 14 de março de 2011

#Dia 14 - 25 Songs, 25 Days

Pra ela poderiam ser muitas, mas nada como a melhor (e na melhor versão).

sábado, 12 de março de 2011

#Dia 12 - 25 Songs, 25 Days

A última música que ouvi??? Bem, eu já a conhecia, mas, pesquisando sobre a nova montagem de Anything Goes na Broadway, me deparei com essa nova intérprete da música título e sua força no palco. O vídeo é apenas um ensaio, mas percebe-se que ela arrasará em todo o espetáculo, assim como o faz na canção que dá nome ao musical.

Com vocês, interpretando uma das mais famosas canções de Cole Porter, Sutton Foster:

sexta-feira, 11 de março de 2011

#Dia 11 - 25 Songs, 25 Days

Cada dia é mais difícil que o outro ... Uma canção do meu filme favorito ... Gente ...

Bem, eu queria muito poder colocar mais de uma, porque eu não tenho só um filme favorito. Defini como filme favorito um que eu coloque no dvd e não pule nenhum capítulo. Um que eu goste de ver do início ao fim e que me emocione (enquadrando aqui todas as emoções possíveis que o filme queira nos passar).

Tive que ir até o ano de 1936 para escolher Nonsense Song (uma brincadeira de Chaplin, misturando várias língas sobre a música de Léo Daniderff) do filme Tempos Modernos:

quinta-feira, 10 de março de 2011

#Dia 10 - 25 Songs, 25 Days

Gente, eu realmente não sei qual é a minha banda favorita ... Sei que temos milhões de bandas amadas eu poderia citar entre as que gosto The Beatles, Legião Urbana, Mamonas Assassinas, Queen, sei lá ...

Mas nenhuma dessas pode ser chamada de favorita. Então optei por colocar um vídeo com o elenco de Glee. Acho que é o mais perto de uma coisa favorita que eu posso chamar de banda ...

Performance do elenco de Glee
Time Warp (da trilha-sonora de The Rock Horror Picture Show)

quarta-feira, 9 de março de 2011

#Dia 09 - 25 Songs, 25 Days

Uma canção que me deixe esperançoso ...

Essa canção faz parte do musical de Stephen Sondheim Into the Woods. É linda e muito emocionante.

Em um momento onde todos se sentem sozinhos, é preciso lembrar de perdoar, ouvir, abraçar, ou seja, na verdade No One is Alone.

A versão da montagem original:


Com a sempre magnífica Bernadette Peters:

terça-feira, 8 de março de 2011

#Dia 08 - 25 Songs, 25 Days

Gente, lembrar do primeiro amor? Vou ter que confessar que eu também tinha um cd de Sandy & Junior ... Então a música que me veio à mente é essa:

Shame on me. Shame on me.

segunda-feira, 7 de março de 2011

#Dia 07 - 25 Songs, 25 Days

No último verão eu estava desesperadamente louco esperando a estreia de Nine. E um dos números mais esperados (claro, além dos da Marion Perfeita Cotillard - que eu já sabia que cantava bem ...) era o da Penélope Cruz, e eu adorei!

Fiquei apaixonado!


Nem precisamos falar que minha namorada não ficou muito feliz com o meu olhar direcionado para o talento de Penélope ...

domingo, 6 de março de 2011

#Dia 06 - 25 Songs, 25 Days

Aqui vai uma canção que serve para todos os amigos!

Essa é a que eu falei no post anterior, a do início do segundo ato de Gypsy:


*Ok, Sondheim de novo ...a culpa é minha se ele fala de tudo?

sábado, 5 de março de 2011

#Dia 05 - 25 Songs, 25 Days

Agora sim, pegaram pesado. Músicas ficarem presas na minha cabeça? Quem convive comigo sabe o que é isso.

Não há dúvidas que essa canção faz parte de um musical. Poderia colocar alguma de Kander & Ebb, já que toda a obra deles tem um quê de "Sai de mim, Liza".

Ou, claro, de Sondheim. Quase coloquei uma de Gypsy, que toca logo no início do segundo do ato. Mas, ele tinha uma carta na manga. A canção que fecha o primeiro ato de A Little Night Music grudou na minha cabeça desde a primeira vez que eu escutei:



Eu gosto tanto que vou botar outra versão!!!


A letra aqui.

sexta-feira, 4 de março de 2011

#Dia 04 - 25 Songs, 25 Days

Uma música que me deixa calmo? São tantas ...

Mas a escolhida é mais pela voz do que pela canção. Claudette Soares tem uma voz que me dá uma paz, sabe?

Ei-la, então, numa versão bossa-nova de uma clássico da Disney:

quinta-feira, 3 de março de 2011

#Dia 03 - 25 Songs, 25 Days

Demorei a perceber que essa seria a música de hoje. Pelo menos eu sabia que a escolhida só podia ser de Stephen Sondheim, não sei porque mas essa certeza eu tinha.

Eis aqui, com a maravilhosa Bernadette Peters, do musical Into the Woods, Children Will Listen:



Careful the things you say
Children will listen
Careful the things you do
Children will see and learn
Children may not obey, but children will listen
Children will look to you for which way to turn
To learn what to be
Careful before you say "Listen to me"
Children will listen

Careful the wish you make
Wishes are children
Careful the path they take
Wishes come true, not free
Careful the spell you cast
Not just on children
Sometimes the spell may last
Past what you can see
And turn against you
Careful the tale you tell
That is the spell
Children will listen

Guide them then step away
Children will glisten
Tample with what is true
And children will turn
If just to be free
Careful before you say "Listen to me"
Children will listen

quarta-feira, 2 de março de 2011

#Dia 02 - 25 Songs, 25 Days

Bem ... a minha última ex-namorada foi a minha primeira, rs. Nós namoramos em 2005 e permanecemos juntos quase dois meses. Três anos depois (e outra namorada, pra não parecer que sou obsessivo) nós voltamos, mas, só para dar o real ponto final que o nosso relacionamento pedia. Hoje somos amigos, e bons amigos, diga-se de passagem.

Eu poderia citar muitas canções aqui, bossa-nova (por causa de um filme que vimos juntos), Sondheim (que conhecemos juntos - mesmo que hoje ela não dê a mínima pra ele) ou Chico Buarque. E será uma composição dele que trago hoje. Não Anos Dourados ou Retrato em Branco e Preto, que muito bem se encaixariam aqui como lembranças de um amor que passou. Mas a escolhida é a canção que (mesmo não tendo nada a ver) ia me dando forças para superar a dor do primeiro amor.


Com vocês, o bom e velho Chico:


"Amanhã vai ser outro dia"