sábado, 18 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Batendo ponto
Olá, queridos todos!
Agora quem vos fala não é mais o velho vagabundo de sempre (mesmo que este post esteja sendo feito num horário inapropriado ...). Agora estou estudando! Que é? Pode levantar esse queixo e parar de dar risada que a parada é séria.
Meus professores são em geral muito bons e alguns até muito engraçados. A aula de Literatura (e de Redação tbm - é o mesmo professor) é a que mais me diverte! O professor é um louco, mas um louco para aqueles que se consideram normais. Ele é um artista. Então ... vocês podem imaginar a figura ... rs. Mas, eu simplesmente adoro! ahauihauiha
Os outros são legais também. Só um lá, de matemática, que não me agrada muito. Mas, nada é perfeito.
E a vida? Como vai? Pois bem ... imaginem como você se sentiria se o que você mais desejasse acontecesse! Imaginou? Imaginou como você estaria feliz? Então agora pega essa felicidade, triplique, eleve ao cubo e divida por 0,983. Você tem mais ou menos o que seria 0,012% da felicidade que estou sentindo. U-HUL!!!!!!!!!!!!!!! rs
Estou indo galera! Vamos manter o ritmo pois pra frente é que se anda.
Saudades de nossas elocubrações! Em breve estaremos com elas de novo!
Agora, vai estudar!!!!!!!!!
Inté!
Agora quem vos fala não é mais o velho vagabundo de sempre (mesmo que este post esteja sendo feito num horário inapropriado ...). Agora estou estudando! Que é? Pode levantar esse queixo e parar de dar risada que a parada é séria.
Meus professores são em geral muito bons e alguns até muito engraçados. A aula de Literatura (e de Redação tbm - é o mesmo professor) é a que mais me diverte! O professor é um louco, mas um louco para aqueles que se consideram normais. Ele é um artista. Então ... vocês podem imaginar a figura ... rs. Mas, eu simplesmente adoro! ahauihauiha
Os outros são legais também. Só um lá, de matemática, que não me agrada muito. Mas, nada é perfeito.
E a vida? Como vai? Pois bem ... imaginem como você se sentiria se o que você mais desejasse acontecesse! Imaginou? Imaginou como você estaria feliz? Então agora pega essa felicidade, triplique, eleve ao cubo e divida por 0,983. Você tem mais ou menos o que seria 0,012% da felicidade que estou sentindo. U-HUL!!!!!!!!!!!!!!! rs
Estou indo galera! Vamos manter o ritmo pois pra frente é que se anda.
Saudades de nossas elocubrações! Em breve estaremos com elas de novo!
Agora, vai estudar!!!!!!!!!
Inté!
3
Post Scriptums
Marcadores:
cotidiano,
prosa
sábado, 11 de abril de 2009
Eu quero
Me abraça.
Me beija.
Me faz.
Me enlaça.
Me queira.
Me desfaz.
Me agarra.
Me constrói.
Me corrói.
Me destrata.
Me afaga.
Me afoga.
Me aflige.
Me sustém.
Me seduz.
Me induz.
Me reluz.
Me enobrece.
Me aquece.
Me molha.
Me enlouquece.
Me desconcerta.
Me aperta.
Me acerta.
Me farreia.
Me nomeia.
Me acelera.
Me purifica.
Me justifica.
Me come.
Me bebe.
Me chame.
Me enlame.
Me lava.
Me seca.
Me peca.
Me morde.
Me sacode.
Me equilibra.
Me canta.
Me conheça.
Me pela.
Me apela.
Me revela.
Me veste.
Me despe.
Me reveste.
Me deita.
Me deleita.
Me entorta.
Me ajeita.
Me cama.
Me clama.
Me ama.
Me abraça.
Me beija.
Me faz.
______________________________________________
Como vestibulando sei que não se deve usar pronome oblíquo em início de frase.
Não faça isso em casa (ou em redações do vestibular).
Me beija.
Me faz.
Me enlaça.
Me queira.
Me desfaz.
Me agarra.
Me constrói.
Me corrói.
Me destrata.
Me afaga.
Me afoga.
Me aflige.
Me sustém.
Me seduz.
Me induz.
Me reluz.
Me enobrece.
Me aquece.
Me molha.
Me enlouquece.
Me desconcerta.
Me aperta.
Me acerta.
Me farreia.
Me nomeia.
Me acelera.
Me purifica.
Me justifica.
Me come.
Me bebe.
Me chame.
Me enlame.
Me lava.
Me seca.
Me peca.
Me morde.
Me sacode.
Me equilibra.
Me canta.
Me conheça.
Me pela.
Me apela.
Me revela.
Me veste.
Me despe.
Me reveste.
Me deita.
Me deleita.
Me entorta.
Me ajeita.
Me cama.
Me clama.
Me ama.
Me abraça.
Me beija.
Me faz.
______________________________________________
Como vestibulando sei que não se deve usar pronome oblíquo em início de frase.
Não faça isso em casa (ou em redações do vestibular).
3
Post Scriptums
Marcadores:
poesia
17h08
17h
João Carlos termina o seu expediente.
Sai correndo. Roubaram-lhe o carro e João Carlos não tinha seguro. João Carlos vai pegar um ônibus.
O ônibus passa às 17h08 em ponto. Se ele perder esse ônibus, o próximo vem cheio e ainda demora o dobro do tempo para chegar até sua casa.
17h07
João Carlos dá graças. Ainda há tempo. Um minuto antes.
Nem sempre ele consegue. Mas, hoje ele desviou de dúvidas e happy hour. Hoje ele precisa chegar em casa até as 18h15.
17h08
O ônibus não passou.
17h09
O ônibus não passou.
17h10
João Carlos começa a ficar nervoso.
Tenta imaginar o que pode ter acontecido.
Desiste de esperar.
17h11
João faz as contas e acha que dá uma hora indo a pé do ponto do trabalho até sua casa.
Ele sai. Sempre olhando pra trás na esperança do ônibus ainda aparecer.
17h14
Vira numa rua de onde não poderá mais acompanhar o esperado ônibus.
Segue seu caminho. Passo apressado.
17h26
João Carlos pára na frente de uma loja. Pensa por três segundos. Entra.
17h29
João Carlos sai da loja com um pacote embrulhado.
João Carlos segue seu caminho.
17h33
João Carlos aperta o passo.
17h42
Já são trinta minutos andando.
João Carlos sua.
17h50
João Carlos corre.
17h58
Faltam dois quarteirões.
Há esperança.
18h05
Um quarteirão.
18h13
João abre o portão. Passa pelo porteiro sem cumprimentá-lo.
O elevador está no 17º. João Carlos vai de escadas.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Sete.
Oito. Oitavo andar.
18h15
João abre a porta.
Está tudo escuro. João espera ouvir algum som.
Mas, não se ouve nem mesmo um único suspiro.
É possível que, por alguns segundos, João Carlos não tenha nem respirado.
João Carlos sentou no sofá e chorou.
Pobre João Carlos.
49 anos. Funcionário público há 23. Trabalha como professor de história. Ele tem adorado ficar sem carro. Passar a semana com essa emoção de pegar o ônibus exatamente às 17h08.
Na verdade, essa tem sido sua única emoção.
João Carlos não tem muitos amigos. Talvez, nenhum.
Mas, não temos tempo para falar de sua vida.
Voltemos às 18h15 do fatídico dia.
Hoje é aniversário de João Carlos.
Ninguém foi. Ninguém ligou. Ninguém lembrou.
João Carlos às vezes se pergunta se não é ele um fantasma.
João Carlos põe o pacote embrulhado, comprado um pouco mais cedo, num quarto. Nesse quarto, vemos dezenas de pacotes embrulhados. Uns já amarelados.
06h00
João acorda.
Vai trabalhar e esperar o ônibus das 17h08.
João Carlos termina o seu expediente.
Sai correndo. Roubaram-lhe o carro e João Carlos não tinha seguro. João Carlos vai pegar um ônibus.
O ônibus passa às 17h08 em ponto. Se ele perder esse ônibus, o próximo vem cheio e ainda demora o dobro do tempo para chegar até sua casa.
17h07
João Carlos dá graças. Ainda há tempo. Um minuto antes.
Nem sempre ele consegue. Mas, hoje ele desviou de dúvidas e happy hour. Hoje ele precisa chegar em casa até as 18h15.
17h08
O ônibus não passou.
17h09
O ônibus não passou.
17h10
João Carlos começa a ficar nervoso.
Tenta imaginar o que pode ter acontecido.
Desiste de esperar.
17h11
João faz as contas e acha que dá uma hora indo a pé do ponto do trabalho até sua casa.
Ele sai. Sempre olhando pra trás na esperança do ônibus ainda aparecer.
17h14
Vira numa rua de onde não poderá mais acompanhar o esperado ônibus.
Segue seu caminho. Passo apressado.
17h26
João Carlos pára na frente de uma loja. Pensa por três segundos. Entra.
17h29
João Carlos sai da loja com um pacote embrulhado.
João Carlos segue seu caminho.
17h33
João Carlos aperta o passo.
17h42
Já são trinta minutos andando.
João Carlos sua.
17h50
João Carlos corre.
17h58
Faltam dois quarteirões.
Há esperança.
18h05
Um quarteirão.
18h13
João abre o portão. Passa pelo porteiro sem cumprimentá-lo.
O elevador está no 17º. João Carlos vai de escadas.
Um.
Dois.
Três.
Quatro.
Cinco.
Seis.
Sete.
Oito. Oitavo andar.
18h15
João abre a porta.
Está tudo escuro. João espera ouvir algum som.
Mas, não se ouve nem mesmo um único suspiro.
É possível que, por alguns segundos, João Carlos não tenha nem respirado.
João Carlos sentou no sofá e chorou.
Pobre João Carlos.
49 anos. Funcionário público há 23. Trabalha como professor de história. Ele tem adorado ficar sem carro. Passar a semana com essa emoção de pegar o ônibus exatamente às 17h08.
Na verdade, essa tem sido sua única emoção.
João Carlos não tem muitos amigos. Talvez, nenhum.
Mas, não temos tempo para falar de sua vida.
Voltemos às 18h15 do fatídico dia.
Hoje é aniversário de João Carlos.
Ninguém foi. Ninguém ligou. Ninguém lembrou.
João Carlos às vezes se pergunta se não é ele um fantasma.
João Carlos põe o pacote embrulhado, comprado um pouco mais cedo, num quarto. Nesse quarto, vemos dezenas de pacotes embrulhados. Uns já amarelados.
06h00
João acorda.
Vai trabalhar e esperar o ônibus das 17h08.
5
Post Scriptums
Marcadores:
contos
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Addicted on you
Seu olhar.
Foi só você me olhar.
Agora eu preciso que seu olhar me siga,
Que seu olhar me diga
se verdade é
que você me olha porque você me quer.
Sua boca.
Foi só você beijar.
Agora eu preciso do seu beijo
pra poder respirar.
Sua língua, seus lábios ...
quem nem todos os sábios poderiam explicar
o que acontece comigo quando você vem me beijar.
Seu abraço.
Foi só você me abraçar.
Agora eu preciso do seu abraço.
Assim me sinto seguro, me sinto completo.
É como um laço.
Um laço que nos une e
que reune dois corpos na mesma alma.
Seu toque.
Foi só você me tocar.
Agora eu preciso sentir a sua pele.
Seus dedos correndo minha face,
meus braços, minha nuca.
Desenhando meus lábios e
enlouquecendo meus sentidos.
Você.
Foi só você existir.
Agora eu preciso de você.
Foi só você me olhar.
Agora eu preciso que seu olhar me siga,
Que seu olhar me diga
se verdade é
que você me olha porque você me quer.
Sua boca.
Foi só você beijar.
Agora eu preciso do seu beijo
pra poder respirar.
Sua língua, seus lábios ...
quem nem todos os sábios poderiam explicar
o que acontece comigo quando você vem me beijar.
Seu abraço.
Foi só você me abraçar.
Agora eu preciso do seu abraço.
Assim me sinto seguro, me sinto completo.
É como um laço.
Um laço que nos une e
que reune dois corpos na mesma alma.
Seu toque.
Foi só você me tocar.
Agora eu preciso sentir a sua pele.
Seus dedos correndo minha face,
meus braços, minha nuca.
Desenhando meus lábios e
enlouquecendo meus sentidos.
Você.
Foi só você existir.
Agora eu preciso de você.
1 Post Scriptums
Marcadores:
poesia
domingo, 5 de abril de 2009
Mon amour, mon ami
Esta canção faz parte da trilha sonora do suspense-musical "8 Mulheres" (8 Femmes). Um delicioso filme francês.
________________________________________________________
Mon amor, Mon ami
(Marie Laforêt)
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je ne sais pas pourquoi
Je n'ai pas connu d'autre garçon que toi
Si j'en ai connu je ne m'en souviens pas
A quoi bon chercher faire des comparaisons
J'ai un cœur qui sait quand il a raison
Et puisqu'il a pris ton nom
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je sais très bien pourquoi
On ne sait jamais jusqu'où ira l'amour
Et moi qui croyais pouvoir t'aimer toujours
Oui je t'ai quitté et j'ai beau résister
Je chante parfois à d'autres que toi
Un peu moins bien chaque fois
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je ne sais pas pourquoi
{au dernier refrain}
________________________________________________________
Mon amor, Mon ami
(Marie Laforêt)
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je ne sais pas pourquoi
Je n'ai pas connu d'autre garçon que toi
Si j'en ai connu je ne m'en souviens pas
A quoi bon chercher faire des comparaisons
J'ai un cœur qui sait quand il a raison
Et puisqu'il a pris ton nom
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je sais très bien pourquoi
On ne sait jamais jusqu'où ira l'amour
Et moi qui croyais pouvoir t'aimer toujours
Oui je t'ai quitté et j'ai beau résister
Je chante parfois à d'autres que toi
Un peu moins bien chaque fois
Toi mon amour, mon ami
Quand je rêve c'est de toi
Mon amour, mon ami
Quand je chante c'est pour toi
Mon amour, mon ami
Je ne peux vivre sans toi
Mon amour, mon ami
Et je ne sais pas pourquoi
{au dernier refrain}
1 Post Scriptums
Marcadores:
cinema,
citações,
música,
vídeos
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Filosofando
Sócrates:
"Só sei que nada sei."
Eu:
"Só sei que te amo."
"Só sei que nada sei."
Eu:
"Só sei que te amo."
2
Post Scriptums
Marcadores:
citações
terça-feira, 31 de março de 2009
No Tempo, Busco
Gente! Estou tão poeta! rs
___________________________________
Olho o relógio
Viro o calendário
Procuro a palavra tempo
dentro do dicionário.
Conto as horas
Pulo as semanas
Procuro descanso
em cima de outras camas.
Arrasto os meses
Corro os segundos
Procuro sentido
dentro de outros mundos.
O tempo passa
e quem não vive
se perdeu.
No tempo,
busco alguém.
Quem sabe, eu.
___________________________________
Olho o relógio
Viro o calendário
Procuro a palavra tempo
dentro do dicionário.
Conto as horas
Pulo as semanas
Procuro descanso
em cima de outras camas.
Arrasto os meses
Corro os segundos
Procuro sentido
dentro de outros mundos.
O tempo passa
e quem não vive
se perdeu.
No tempo,
busco alguém.
Quem sabe, eu.
2
Post Scriptums
Marcadores:
poesia
domingo, 29 de março de 2009
Trilogia dos Sabores: Doce
Fruta do pé
Pirulito
Bombocado
Pão de mel
Brigadeiro
Bem-casado
Chocolate
Sorvete
Goiabada
Leite Moça
Quebra-queixo
Rabanada
Bolo
Geléia
Pudim
Bala
Rocambole
Chantilly
Caramelo
Biscoito
Pavê
Sua boca
Seu beijo
Você
Pirulito
Bombocado
Pão de mel
Brigadeiro
Bem-casado
Chocolate
Sorvete
Goiabada
Leite Moça
Quebra-queixo
Rabanada
Bolo
Geléia
Pudim
Bala
Rocambole
Chantilly
Caramelo
Biscoito
Pavê
Sua boca
Seu beijo
Você
3
Post Scriptums
Marcadores:
poesia
quinta-feira, 26 de março de 2009
Façamos como os espelhos ...
... vamos refletir:
"Os poderosos podem matar uma, duas ou até três rosas, mas jamais poderão deter a primavera."
(Ernesto "Che" Ghevara)
"Os poderosos podem matar uma, duas ou até três rosas, mas jamais poderão deter a primavera."
(Ernesto "Che" Ghevara)
1 Post Scriptums
Marcadores:
citações
quarta-feira, 25 de março de 2009
Necessidades
Ler
Ouvir música
Realizar projetos
Estudar sempre mais
Nunca desistir dos sonhos
Andar por lugares nunca desbravados,
Escrever
Suar
Tentar
Observar
Usar a inteligência
Ligar para amigos distantes
Olhar pelo outro lado
Untar as assadeiras
Crer
Ou então duvidar
Pintar
Originar
Rir
Vadiar
Organizar
Celebrar
Êô êô êêê ô,
Mudar
Estabelecer
Usar o coração
Acariciar
Mover
Operar
Rabiscar.
Ouvir música
Realizar projetos
Estudar sempre mais
Nunca desistir dos sonhos
Andar por lugares nunca desbravados,
Escrever
Suar
Tentar
Observar
Usar a inteligência
Ligar para amigos distantes
Olhar pelo outro lado
Untar as assadeiras
Crer
Ou então duvidar
Pintar
Originar
Rir
Vadiar
Organizar
Celebrar
Êô êô êêê ô,
Mudar
Estabelecer
Usar o coração
Acariciar
Mover
Operar
Rabiscar.
1 Post Scriptums
Marcadores:
poesia
sábado, 21 de março de 2009
Até segunda-feira
Esta segunda, acordo um novo homem.
UAU! haohuiaiuahaiuhaiuh
Uma nova vida se inicia no domingo. (!)
E segunda, inicio o pré-vestibular. Esse ano estudo mesmo. De meter a cara.
Eu sei que a pulsão de morte me acompanha, mas Eros não vai de deixar na mão (piada interna).
Fiz a inscrição no concurso para a Receita Federal. E é bom eu passar ... Mas, tem que estudar muito minha gente!
E o que vocês acharam do conto??? Só um comentário (aliás, obrigado Lorena!!! grande incentivadora!). Ainda escrevo mais. Quero escrever humor também. Eu me divirto tanto com meus amigos. Adoro fazer as pessoas rir. E sou capaz disso. Mas, será que também consigo isso ao escrever??? Veremos.
Woody Allen rocks!!! Assisto e re-assisto. Recebi um comentário negativo dele de uma pessoa tão querida. Que pena... Espero que isso mude. rs
Todos tem que amá-lo!!!!!!!!! haiuhaihaiuhaiu
Fica aqui mais uma frase do Woody:
"Para você sou ateu. Para Deus, a Real Oposição."
UAU! haohuiaiuahaiuhaiuh
Uma nova vida se inicia no domingo. (!)
E segunda, inicio o pré-vestibular. Esse ano estudo mesmo. De meter a cara.
Eu sei que a pulsão de morte me acompanha, mas Eros não vai de deixar na mão (piada interna).
Fiz a inscrição no concurso para a Receita Federal. E é bom eu passar ... Mas, tem que estudar muito minha gente!
E o que vocês acharam do conto??? Só um comentário (aliás, obrigado Lorena!!! grande incentivadora!). Ainda escrevo mais. Quero escrever humor também. Eu me divirto tanto com meus amigos. Adoro fazer as pessoas rir. E sou capaz disso. Mas, será que também consigo isso ao escrever??? Veremos.
Woody Allen rocks!!! Assisto e re-assisto. Recebi um comentário negativo dele de uma pessoa tão querida. Que pena... Espero que isso mude. rs
Todos tem que amá-lo!!!!!!!!! haiuhaihaiuhaiu
Fica aqui mais uma frase do Woody:
"Para você sou ateu. Para Deus, a Real Oposição."
4
Post Scriptums
Marcadores:
citações,
cotidiano,
prosa
quarta-feira, 18 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Devoluções
Depois da onda de contos nos blogs dos meus amigos, resolvi entrar na dança.
Fica aqui o meu primeiro conto: Devoluções.
Espero que gostem!
_______________________________________
Fui buscar na sua casa o livro que você tinha pegado emprestado, mas agora eu precisava devolvê-lo.
No dia anterior tínhamos nos divertido tanto. Havia sido mais um dia feliz, onde dois apaixonados faziam juras de amor eterno.
Quando cheguei na sua casa, você abriu o portão, trocamos um beijo e me mandou entrar. Pediu que eu me sentasse e me olhou. Só aquele olhar já bastava. Mas eu fiquei e esperei as palavras saírem da sua boca: Acho melhor a gente terminar.
Eu sabia. - disse - Assim que eu sentei e você me olhou, eu sabia o que viria.
Levantei. Você me deu o livro. E me levou até o portão.
Depois disso, não fui capaz de dizer mais nenhuma palavra.
Me virei e fui andando. Logo parei, voltei e bati em seu portão. Meus olhos cheios de lágrimas, a voz embargada perguntei porque havia me beijado. Você não respondeu. Se desculpou e fechou o portão.
Fui embora, tomado pelo susto.
Não entendia.
Me perguntava, porquê? O que levou ela a isso?
Eu não tinha respostas.
Não consegui ir para casa. Fui para casa do Matheus, um grande amigo. Toquei o interfone e me mandou subir. Quando me viu me perguntou o que tinha acontecido. Ela terminou. Disse isso e fiquei lá parado. Coitado, rs, ele tentou dizer alguma coisa, mas estava saindo para o trabalho. Me deixou as chaves e pediu que eu ficasse à vontade.
Deus, como aquele dia foi difícil!
Te ligava e você não atendia o celular.
Pensei em tantas coisas, mas nada parecia responder as minhas perguntas.
Procurava minhas falhas, onde eu poderia ter errado, mas não encontrava modos de me culpar... Nós éramos tão felizes. Nunca tinha encontrado uma pessoa que eu pudesse ter prazer em todos os sentidos. As pequenas coisas que fazíamos juntos eram tão mágicas. Melhor que dormir com você era acordar com você. Sol ou chuva, o dia nascia por nós dois.
Depois desse dia eu não te vi mais.
Nos primeiros dias achava que você ia me ligar e iríamos apenas rir de tudo o que havia acontecido. Mas você não ligou.
O tempo passava. Eu procurava o seu perfume pela rua. Onde eu ia, meu olhar te buscava na multidão.
Passava perto dos lugares que costumávamos ir, e nada.
Fui ficando com medo de te encontrar e você estar com um outro homem. Mas, o desejo de te reencontrar talvez valesse a pena desse sofrimento.
Hoje acordei pensando em você. Já fazia um tempo que você não surgia dentro de mim com tanta intensidade. Oito anos. Oito longos anos sem saber onde você está.
Mas, o dia estava apenas começando. As surpresas ainda estavam por vir.
Leandro ligou e me pediu o livro que tinha me emprestado.
O livro!
Onde estava o livro? Anos que eu não o via. Mas, sabia exatamente onde ele estava. Foi só por um segundo, e logo lembranças enterradas voltaram do mundo dos mortos com num filme de terror.
Pedi que ele esperasse até o outro dia, e, claro, me desculpei pelo tempo. rs Não é qualquer um que espera quase nove anos por um livro...
Cheguei em casa e fui até a sexta gaveta do armário da esquerda que fica no meu quarto. Escondido o suficiente para não esbarrar nele, mas perto o bastante para manter as memórias.
Abri-o pela primeira vez desde que o tinha te emprestado. Assim que o peguei e folheei caiu um pedaço de papel. Uma folha dobrada. Uma surpresa. A surpresa que havia mencionado antes.
Me abaixei. Peguei a folha e comecei a ler. As lágrimas voltaram a cair por você. Não acreditei e li de novo, agora em voz alta, para ter certeza de que esse momento era real:
"Querido Luciano,
não é fácil para mim escrever esta carta. Mas, espero que assim que você a leia possa entender o porque resolvi terminar o nosso relacionamento.
Reencontrei uma pessoa que foi muito importante para mim. Ele havia me abandonado. Mas, eu sabia que se um dia ele voltasse, eu seria dele no mesmo momento.
Quando o vi, resisti. Mas, nos encontramos de novo e de novo e vi que não podíamos te enganar por mais tempo.
Quem diria que você. O primeiro homem que amei depois dele, me faria amá-lo de volta mais intensamente do que antes?
Você não merece isso. Eu sei. Você foi muito especial. Mas, ele é a minha vida.
Tenho certeza que você irá encontrar alguém que te faça o bem que mereces.
Beijos e os melhores desejos.
Fernanda e Matheus."
Era demais para mim crer nas palavras escritas naquela carta. Tentei me lembrar. Mas, porque ele não me disse nada? Nem havia ligado o distanciamento do Matheus com o dela. Naqueles primeiros anos eu havia me isolado tanto. Perdi o contato com tantos amigos que a falta dele não foi percebida por muito tempo até agora.
O amigo que me deu abrigo num dia difícil, na verdade levava aquela que sempre foi dele. Doía tanto pensar que você nunca foi minha.
Não sei se fui cego, se não percebi que vocês já se conheciam ou se trocavam olhares durante nossos encontros.
Não sei se o melhor teria sido nunca ter te conhecido ... Talvez sim ... Talvez não ...
Mas, tenho certeza de que não me arrependo. Pelo menos eu sempre fui sincero com os meus sentimentos.
...
Eu queria apenas o livro.
Apenas devolver a um amigo o que a ele pertencia.
4
Post Scriptums
Marcadores:
contos
sábado, 14 de março de 2009
Meu Caro Amigo
IMPERDÍVEL!Kelzy Ecard nos inebria com seu talento inquestionável mais uma vez. Agora, num espetáculo lindo que canta e encanta ao som de Chico Buarque, na bela voz de Kelzy.
Uma direção sensível, com um roteiro super bem feito.
O trabalho de equipe é visivelmente bem-sucedido e cheio de arte!
O pianista é uma excelência! Que toque foi aquele???
Não perca!!!
É sublime.
0
Post Scriptums
Marcadores:
indicações,
prosa,
teatro
Assinar:
Comentários (Atom)
