Cheguei mais cedo do que devia. São nove horas da manhã e minha consulta é só às dez e vinte. Pois bem. O que me custa esperar, não?
Não posso esquecer de contar tudo ao doutor. A dor que me acomete toda noite. Durmo sofrendo. Acordo no meio da madrugada, aos prantos - tive um pesadelo. Não durmo mais. Desabo. Me levanto quase meio-dia, e a manhã já se foi. Como qualquer coisa, doutor, nem sei o que ponho pra dentro. À tarde, trabalho um pouco, dou um jeitinho na casa e logo sinto as dores. Sofrendo, doutor. A dor me passa pelo corpo todo. Sento na poltrona, ligo o rádio e música me toca. Profundo. As lembranças, ai, doutor, me dói tanto. Agora é a cabeça. Tudo gira e se levanto não mexo as pernas. Sento novamente, desligo o rádio e os braços reclamam. Carregam tanto fardo, doutor. Esses braços não param. Carregam, levantam, puxam, empurram. Só não me seguram. Vou até a cozinha, fazer um café, beber uma água gelada, ai, doutor, me dói a garganta. Já nem choro mais - economizo uma dor. Preparo uma jantinha, coisa rápida, doutor. Tomo banho e água quente me faz tremer. Banho gelado, também. Me dói ficar limpo. Vou pra cama, sabe, doutor, e o sono não vem. Acaba a novela e me dói saber que mais um dia foi embora.
Quinze para as dez. Que demora. Não posso esquecer de contar tudo ao doutor. Das dores nas juntas. Contar ao doutor que enxergo mal - já nem me percebo mais quando passo em frente ao espelho. Me dói o ouvido esquerdo. O direito também. Está difícil ouvir minha própria voz, doutor. Quase dez horas. Vou recordando aqui antes da consulta. Assim não me esqueço.
A atendente chamou o meu nome. Obrigado menina, posso entrar? Pode. Bom dia, doutor. Novidade? Nenhuma. É o mesmo de sempre. Apenas uma dorzinha, boba, que dá quando eu vejo que não posso mais voltar atrás. O tempo passa, doutor. E isso dói. Tem cura? Tem remédio, doutor? Você pode esperar. O tempo passa, mas é você quem escolhe pra onde passa com o tempo. Eu sei, doutor. Mas, escolher não é fácil. Não se pode esperar para sempre. Em algum momento você terá que escolher. Eu sei, doutor. Mas dá uma olhadinha nessa dor nas minhas costas primeiro, sim?
Quando chego em casa, de madrugada, abro a porta e as lágrimas caem. Parece que passo por um portal que me leva de uma dimensão à outra. Não sei dizer se é melhor a rua. Mas minha morada me prende e me liberta. Meu corpo é minha própria jaula e meu único bem. Minha chave e fechadura. Mas para que lado gira a chave para abrir a porta?
Nos meus cômodos inquietos, o chão molhado de angústias, vejo vestígios do que passou por ali: cacos de uma fotografia distorcida pelas olhos marejados; sons distorcidos pela voz embargada. Esses destroços espalhados pelo chão são o espelho de minha morada. Estou em pedaços. E se tento reuni-los percebo que não é tarefa equivalente ao jogo de quebra-cabeças. Minhas peças são disformes e não se encaixam. Não sei já se encaixaram ou se ainda se encaixarão (talvez nem dentro do caixão).
Inteiras são as minhas dúvidas, por isso vago noite adentro. E quanto volto para casa, percebo que permaneço na rua, ou melhor, me perdi num beco sem saída. É nas noites adentro que tento entender o se passa dentro de mim. É nas noites afora que me perco mais e volto para fora de onde nunca pisei.
É a condução das relações entre povos, nações e empresas nas áreas política, econômica, social, militar, cultural, comercial e do Direito. Esse bacharel analisa o cenário mundial, investiga mercados, avalia as possibilidades de negócios e aconselha investimentos no exterior. Promove entendimentos entre empresas e governos de diferentes países, abrindo caminho para exportações, importações e acordos bilaterais ou multinacionais. A internacionalização da economia amplia o campo de atuação desse profissional, que pode trabalhar em ministérios, embaixadas e consulados, grandes empresas, bancos e ONGs.
O mercado de trabalho
O mercado para o bacharel continua em expansão. Nos últimos cinco anos, foram criadas oportunidades principalmente em grandes empresas do setor privado, de olho nos profissionais que tenham visão global e diplomacia para ocuparem posições de gestão. Multinacionais como AmBev, Danone, Unilever e Vale oferecem vagas para trainees, que podem atuar no país ou no exterior. Para quem já tem experiência, instituições financeiras como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, além de organizações intergovernamentais internacionais, entre elas a ONU, a Unesco, a OMC e a OEA, oferecem boas chances de trabalho, ainda melhores para aqueles que investem numa pós-graduação no exterior. No Brasil, concursos públicos de órgãos como os Tribunais de Contas estaduais e da União e o Itamaraty quadruplicaram o número de vagas em três anos. Os postos de trabalho estão concentrados no eixo Rio - São Paulo e em Brasília (DF), mas novas vagas aparecem nas capitais dos estados do Sul, como Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), por causa da proximidade com os países do Mercosul. Em Cuiabá (MT), polo importante para os agronegócios, as oportunidades são promissoras principalmente na área de consultoria para os pequenos e médiosexportadores. Macaé (RJ), região petroquímica, já oferece postos de trabalho, e a previsão é que dobrem nos próximos anos. O mercado para o bacharel continua em expansão. Nos últimos cinco anos, foram criadas oportunidades principalmente em grandes empresas do setor privado, de olho nos profissionais que tenham visão global e diplomacia para ocuparem posições de gestão. Multinacionais como AmBev, Danone, Unilever e Vale oferecem vagas para trainees, que podem atuar no país ou no exterior. Para quem já tem experiência, instituições financeiras como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, além de organizações intergovernamentais internacionais, entre elas a ONU, a Unesco, a OMC e a OEA, oferecem boas chances de trabalho, ainda melhores para aqueles que investem numa pós-graduação no exterior. No Brasil, concursos públicos de órgãos como os Tribunais de Contas estaduais e da União e o Itamaraty quadruplicaram o número de vaga sem três anos. Os postos de trabalho estão concentrados no eixo Rio - São Paulo e em Brasília(DF), mas novas vagas aparecem nas capitais dos estados do Sul, como Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), por causa da proximidade com os países do Mercosul. Em Cuiabá (MT), polo importante para os agronegócios, as oportunidades são promissoras principalmente na área de consultoria para os pequenos e médiosexportadores. Macaé (RJ), região petroquímica, já oferece postos de trabalho, e a previsão é que dobrem nos próximos anos.
O curso
O currículo divide-se em três grandes áreas: política, direito e economia. Durante o curso, você estuda muita sociologia, economia e história. Além disso, tem aulas práticas com simulação de negociações políticas, empresariais, comerciais e diplomáticas. É uma graduação que exige bastante leitura e o domínio de línguas estrangeiras – o inglês é indispensável. A maioria das escolas exige que seus alunos façam estágio em empresas ou instituições públicas ou privadas com atuação internacional. É obrigatória a realização de um trabalho de conclusão de curso.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Agências governamentais: Planejar ações dos governos federal, estadual ou municipal nos setores político, econômico, comercial, social e cultural.
Analista internacional: Coletar dados e elaborar relatórios sobre a conjuntura internacional para órgãos governamentais, empresas privadas e ONGs. Participar da elaboração de programas de cooperação com outras nações.
Comércio exterior: Identificar oportunidades de comércio com outros países e intermediar a importação e a exportação de produtos.
O mais belo poema de amor tem que levar o seu nome no título. Tem que ter o teu nome repetido a cada verso. Suas estrofes seriam o teu nome. O mais belo poema de amor é dito sempre que te chamam, Lorena. Ele é dito por bocas tantas que nem sabem o valor de tal poema.
O mais belo poema de amor nasce e morre a cada instante, mas jamais definha. O mais belo poema de amor morre mas não dorme, ele é vivo quando te chamam em sonhos, Lorena. O mais belo poema de amor tem todas as cores. O mais belo poema de amor é universal e de todo o canto é possível ouvi-lo. Todos os lábios desejam entoar o mais belo poema de amor. Todos os ouvidos anseiam escutar o mais belo poema de amor, Lorena.
Mas feliz é o poeta. Mais feliz é o poeta.
Pois dele é o mais belo poema de amor, Lorena. E é sendo o poeta guardião da poesia que ele percebe a grandeza do teu nome, Lorena. E não é só. O poeta enfim percebe que não é ele quem assina o nome embaixo do poema, mas sim é o teu nome, Lorena, que se assina sobre o dele.
E assim o poeta vê que durante todo esse tempo é o mais belo poema do mundo o seu dono, e não o contrário.
O mais belo poema do mundo és ti, Lorena. E eu o poeta que te quer assinada sobre ele para todo o sempre, tão eterno quanto os poemas de amor. Quanto o mais belo poema de amor, Lorena.
Essa responsabilidade clandestina que deturpa os compromissos ... Ah, mas como consegue tais ardis? Despe o combinado e o traveste de ilusão, reveste a fantasia e tira dela o seu condão. Conto com roupa de fato vira certeza, estática no retrato. E se o fato está na foto quem poderá negar que a roupa é realidade? Verdade? É sim. Fui eu que vi.
Pois é ... estou com esses dois pequenos probleminhas, rs.
No olho direito tenho 0,50 e no esquerdo (!!!) 2,50 graus de astigmatismo. Vou ter que usar óculos. Mas, acredita que fiquei feliz? Sempre quis usar!!! Lembro-me do documentárioJanela da Alma ... Em breve farei parte da comunidade daqueles que veem o mundo emoldurado!
E meu narizinho está torto ... Terei que fazer uma septoplastia. Devido ao meu desvio de septo ... Bem que eu desconfiava que minha respiração estava muito estranha ...
E se devo agradecer a alguém por me alertar que era hora de procurar um oftalmologista, esse alguém é James Cameron - diretor de Avatar. Sim, pois quando fui assistir o filme nos cinemas, em 3D, não vi terceira dimensão nenhuma pelo olho esquerdo. Se não fossem os Na'vi, talvez eu ainda sofreria das enxaquecas misteriosas!